RN espera reabertura do mercado europeu para pescado brasileiro até o fim do ano

  • O Rio Grande do Norte espera que a União Europeia retire o embargo ao pescado brasileiro até o final de 2025, medida que prejudicou as exportações do setor, especialmente as empresas potiguares que trabalham com produtos de alto valor agregado, como o atum.
  • O secretário estadual de Agricultura, Pecuária e Pesca, Guilherme Saldanha, afirma que o embargo, originado em 2018, não está relacionado ao RN, mas afetou o setor, incluindo o camarão do Nordeste.
  • A reabertura do mercado europeu é crucial para o RN, pois abriria um mercado com alto poder de compra e reduziria a dependência do setor de pesca dos Estados Unidos, atualmente impactada pelo ‘tarifaço’ imposto por Washington.
  • O ‘tarifaço’ americano, com sobretaxa de 50%, praticamente paralisou as exportações, afetando diretamente o pescado, com barcos de pesca parados e redução da atividade marítima.
  • A fruticultura potiguar, apesar dos desafios, continua crescendo, com diversificação de mercados, exportando mais de 250 milhões de dólares por ano, com o mercado americano representando menos de 5% das exportações.
  • O Estado tem utilizado instrumentos fiscais, como o Proedi e a aceleração da devolução de créditos de ICMS, para auxiliar as empresas afetadas pelo ‘tarifaço’.
  • O Terminal Pesqueiro de Natal, com obras iniciadas em 2009, terá uma empresa operando o espaço por 20 anos, após leilão, com investimentos previstos e foco inicial na recuperação da fábrica de gelo, visando aumentar a eficiência e criar um hub para a cadeia do mar.

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