Padilha fala sobre casos de intoxicação por metanol

  • O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que não houve falhas na fiscalização sanitária, apesar dos mais de cem casos de intoxicação por metanol em seis estados, atribuindo a situação a ações criminosas.
  • Padilha reconhece a dificuldade em prever a evolução do problema e não descarta a atuação de uma organização criminosa nacional por trás da crise, com foco na adulteração de bebidas destiladas.
  • O governo está buscando garantir o fornecimento de etanol farmacêutico e considera o uso de fomepizol, embora este não tenha registro no Brasil, como uma possível alternativa de tratamento.
  • O Ministério da Saúde está em diálogo com as secretarias estaduais e municipais para fornecer recursos e equipes, priorizando o estoque de etanol farmacêutico e apoiando as ações de vigilância.
  • O ministro ressalta a importância da notificação imediata de casos suspeitos para identificar a origem das bebidas contaminadas e reforça a necessidade de evitar o consumo de destilados sem procedência garantida.
  • Padilha explica que a adulteração de destilados é mais fácil e lucrativa para criminosos, recomendando cautela no consumo e destacando a importância da colaboração entre órgãos de saúde e segurança para combater o problema.

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