- Diplomatas e auxiliares do governo brasileiro avaliam que Cuba enfrenta o maior risco de pressão adicional por parte dos Estados Unidos, após a intervenção militar na Venezuela, vista como um precedente perigoso para a região.
- Apesar das divergências políticas, a preocupação com novas intervenções unilaterais foi o tema central na reunião da Celac, com a menção de Trump a outros países como possíveis alvos motivando a apreensão, embora ameaças à Colômbia sejam vistas como retórica.
- A avaliação brasileira sugere que as referências a Cuba e Colômbia são um jogo de cena para desviar a atenção da opinião pública americana, enquanto Washington lida com as consequências da ação na Venezuela antes de novos movimentos regionais.
- O Brasil prioriza a estabilidade na Venezuela, buscando evitar instabilidade social e migratória, e reafirma sua doutrina de reconhecer Estados, focando em interesses concretos como a retomada do comércio bilateral e a recuperação econômica venezuelana para reduzir o impacto regional da crise.




