O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, recebeu visto para acompanhar Lula em Nova York, mas com acesso limitado, podendo transitar apenas entre o hotel, a ONU e representações brasileiras, além de uma área de cinco quarteirões.
A restrição de Padilha é parte de uma série de medidas tomadas pelos EUA, que também suspenderam o visto do ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e cancelaram vistos da esposa e filha de Padilha.
A decisão americana é vista como uma resposta ao tratamento dado ao ex-presidente Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal, com o governo dos EUA sinalizando novas sanções contra autoridades brasileiras.
A Casa Branca tem como principal alvo o ministro do STF, Alexandre de Moraes, que teve seu visto cancelado e está proibido de realizar operações comerciais com empresas americanas.